17 fevereiro 2009

Boa tarde

O passado não me assombra. Não luto contra as minhas decisões e as minhas experiências. Não me atormento com o que eu (não) fiz. O passado me acaricia. Sou feliz pelo homem que me tornei e considero minhas falhas como possibilidades: de melhorar, de fazer diferente ou simplesmente de ser quem eu sou. O que eu fiz foi com a melhor das intenções - principalmente aquelas para comigo. E o que eu não fiz hoje alimenta a minha imaginação. Se eu for santo, deixem para me adorar após a minha morte. Se eu for diabo, podem ir chegando para a festa. Agradeço aos blogs que eu tive e por ter guardado quase tudo - hoje estava relendo muitas coisas. Revivi as boas emoções e ri de algumas das más ("As Vacas") - tempo é porreta como remédio... Devo desculpas assim como desculpar - ou melhor esquecer ambos e deixar apenas o registro "literário", distante. Aguardo as novas aventuras. Que o melhor da vida vai começar.

Eu quero o sol
Ao despertar
Brincando com a brisa
Por entre as plantas da varanda
Em nossa casa
Eu quero amar
É lógico
Que o mundo não me odeia
Hoje eu sou mais romântico
Que a lua cheia
Você mostrou pra mim
Onde encontrar assim
Mais de um milhão
De motivos pra sonhar, enfim
E é tão gostoso ter
Os pés no chão e ver...

2 mil comentários:

Serginho Tavares disse...

que post com cara de despedida
espero que não seja isso hein?
considere-se abraçado sempre por mim!

Jens disse...

Pô, Edu, que bacana. Você é um grande cara.Um abraço.